Digital Roots Lab

DIGITAL ROOTS LAB / PORTUGAL

Consultoria de IA para empresas

Escolher onde a IA pode ajudar, antes de escolher uma ferramenta. Traduzimos necessidades da operação em casos de utilização delimitados, com critérios de qualidade e supervisão humana.

Conversar sobre este serviço

PARA QUEM

Quando faz sentido.

Para empresas em Portugal que querem testar IA com um objetivo concreto, ou organizar experiências que já começaram em diferentes equipas. Não é necessário ter uma equipa técnica interna, mas é importante envolver quem conhece o processo e quem pode decidir sobre os dados.

O PROBLEMA

Antes da solução,
o contexto.

Há tarefas repetidas, documentos difíceis de encontrar e pedidos que passam por várias pessoas. Ao mesmo tempo, surgem novas ferramentas todas as semanas. Sem uma prioridade e uma referência de qualidade, um teste pode parecer impressionante sem melhorar o trabalho real.

O QUE PODE INCLUIR

Entregáveis com
um propósito.

Estes são os blocos de trabalho possíveis. A proposta identifica os que se aplicam ao seu caso, os resultados a validar e as responsabilidades de cada parte.

Mapa de oportunidades

Levantamento das tarefas, fontes de informação e intervenientes. Identificação dos casos em que IA, uma automação simples ou uma alteração de processo são opções mais adequadas.

Caso de utilização e critérios de avaliação

Definição das entradas, saídas esperadas, exceções e situações que exigem revisão. Conjunto de exemplos reais, devidamente autorizado, para comparar o resultado com a forma de trabalhar atual.

Piloto delimitado

Consoante o âmbito acordado, configuração de um assistente, pesquisa numa base de conhecimento ou apoio à preparação de documentos. Testes com utilizadores antes de qualquer passagem à operação.

Plano de adoção

Recomendações sobre acessos, utilização de dados, formação, responsabilidades e manutenção. Registo do que ficou validado e do que ainda precisa de trabalho.

COMO TRABALHAMOS

Um processo
que se pode acompanhar.

  1. Diagnóstico com a equipa

    Analisamos um processo de ponta a ponta. Clarificamos o problema, a frequência da tarefa, a informação disponível e as restrições de utilização.

  2. Seleção e desenho

    Priorizamos pelo valor esperado, esforço e risco. A proposta fixa o que será testado, o que fica de fora e como se decide continuar ou parar.

  3. Teste acompanhado

    Recolhemos erros e situações inesperadas, ajustamos instruções e fontes e verificamos se o resultado é utilizável por quem faz o trabalho.

  4. Decisão informada

    Entregamos as conclusões do piloto e os requisitos para uma eventual implementação. Um resultado negativo também é útil se evitar uma adoção sem fundamento.

ÂMBITO E LIMITES

Expectativas claras,
desde o início.

Não prometemos eliminar funções, resultados comerciais ou respostas sempre corretas. Licenças, integrações, alojamento e suporte continuado são definidos à parte quando necessários. A avaliação de dados pessoais deve envolver o responsável da empresa e, quando aplicável, apoio jurídico ou de proteção de dados.

PERGUNTAS FREQUENTES

Antes de avançar.

É preciso desenvolver uma solução de raiz?

Não. Começamos por avaliar as ferramentas já disponíveis na empresa. Uma configuração adequada ou uma melhoria no acesso à informação pode resolver o problema sem desenvolvimento à medida.

Podemos usar informação confidencial?

Só depois de avaliar a finalidade, permissões, condições do fornecedor e medidas de segurança. Não colocamos documentação confidencial num serviço externo por defeito. A empresa aprova os dados e os acessos do piloto.

O que precisamos de preparar?

Um responsável pelo projeto, exemplos da tarefa e disponibilidade das pessoas que a executam. Se os documentos estiverem desorganizados, essa preparação pode ser a primeira fase do trabalho.

Vamos perceber
o que faz sentido?

Conte-nos o que quer melhorar, como trabalha hoje e quem estará envolvido. Essa conversa permite avaliar o enquadramento antes de propor uma solução.

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