Digital Roots Lab

DIGITAL ROOTS LAB / PORTUGAL

Formação prática em IA para equipas

Aprender a usar IA no contexto do trabalho, com critério. Sessões orientadas a tarefas concretas, limites das ferramentas e revisão dos resultados, em vez de uma coleção de truques sem aplicação.

Conversar sobre este serviço

PARA QUEM

Quando faz sentido.

Para equipas de marketing, vendas e operações que estão a começar ou que já usam assistentes de IA de forma dispersa. O ponto de partida, as ferramentas e os exercícios são adaptados à experiência dos participantes.

O PROBLEMA

Antes da solução,
o contexto.

Algumas pessoas usam IA todos os dias, outras evitam-na e não existe um entendimento comum sobre o que se pode partilhar ou confiar. Uma resposta bem escrita pode esconder erros. A formação deve desenvolver autonomia sem normalizar a utilização acrítica de informação.

O QUE PODE INCLUIR

Entregáveis com
um propósito.

Estes são os blocos de trabalho possíveis. A proposta identifica os que se aplicam ao seu caso, os resultados a validar e as responsabilidades de cada parte.

Programa ajustado à equipa

Levantamento de funções, experiência e tarefas para definir objetivos de aprendizagem. Seleção das ferramentas acessíveis aos participantes e dos exemplos que podem ser utilizados com segurança.

Exercícios com contexto

Prática de preparação de instruções, análise de respostas, síntese de documentos ou apoio à comunicação. Os exercícios partem de situações pertinentes, com dados fictícios ou autorizados.

Critérios de revisão e utilização responsável

Como verificar factos, reconhecer limitações e decidir quando não utilizar IA. Discussão de confidencialidade, dados pessoais, direitos de utilização e responsabilidade sobre o resultado.

Materiais para continuar a praticar

Guias, exemplos de instruções e listas de verificação definidos no programa. Quando acordado, sessão posterior para discutir dificuldades encontradas na aplicação ao trabalho.

COMO TRABALHAMOS

Um processo
que se pode acompanhar.

  1. Preparar com um interlocutor

    Recolhemos necessidades e verificamos acessos, equipamento e restrições internas. A formação é desenhada em função do grupo, não de uma ferramenta da moda.

  2. Explicar e demonstrar

    Introduzimos os conceitos necessários com demonstrações ligadas ao quotidiano da equipa. Distinguimos capacidade aparente, qualidade e adequação da resposta.

  3. Praticar e rever

    Os participantes experimentam, comparam resultados e corrigem instruções. Damos atenção à verificação e à decisão humana, não apenas à rapidez de produção.

  4. Definir próximos passos

    Reunimos aprendizagens e tarefas que merecem aprofundamento. Necessidades de integração ou implementação ficam separadas do âmbito da formação.

ÂMBITO E LIMITES

Expectativas claras,
desde o início.

Formato, duração, dimensão do grupo e materiais são definidos após o levantamento de necessidades. Não é apresentada como formação certificada nem substitui aconselhamento jurídico, de segurança ou proteção de dados. Licenças das ferramentas e desenvolvimento de soluções não estão incluídos por defeito.

PERGUNTAS FREQUENTES

Antes de avançar.

É preciso saber programar?

Não para um programa introdutório orientado à utilização de assistentes. Se o objetivo envolver desenvolvimento técnico, é necessário definir um programa distinto e confirmar os pré-requisitos.

A formação pode usar os nossos documentos?

Pode usar exemplos aprovados pela empresa, depois de confirmar as condições de acesso e confidencialidade. Quando isso não é adequado, preparamos exercícios com dados fictícios ou devidamente anonimizados.

A equipa vai aprender a verificar respostas?

Sim. A revisão faz parte dos exercícios: procurar omissões, conferir factos nas fontes, reconhecer incerteza e identificar situações em que é preferível recorrer a uma pessoa ou a outro método.

Vamos perceber
o que faz sentido?

Conte-nos o que quer melhorar, como trabalha hoje e quem estará envolvido. Essa conversa permite avaliar o enquadramento antes de propor uma solução.

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